Por: Juércio Antônio Marques
O primeiro comercio que tivemos em Santo Antonio de Leverger, nos tempos imemoriais foi através dos bandeirantes, “preadores” de índios, para vende-los como escravos.
Em fins do século XIX teve inicio a produção de rapadura, açúcar mascavo e aguardente em larga escala.
Santo Antonio teve nada menos que 12 fabricas de açúcar e aguardente, além de inúmeros engenhos de rapaduras.
A Cidade experimentou o desenvolvimento e o progresso, aqui não havia trabalhadores ociosos, pelo contrário, os engenhos, nas suas diversas atividades, empregavam todos os trabalhadores de Santo Antonio e das regiões circunvizinhas.
Em 1930 houve quase o desaparecimento total dessa atividade aqui na nossa cidade de Santo Antônio de Leverger.
Hoje, não é necessário ser nenhum especialista ou estrategista econômico para perceber que o comercio de Santo Antônio de Leverger, é a base da economia local e que a economia do Município é cíclica, ou seja, tem seu franco desenvolvimento, quando a pesca está liberada e sua retração, quando a pesca está proibida (Piracema).
Somos uma cidade praiana, a economia, a Cidade em si, vive em função da pesca o nosso comercio depende exclusivamente do peixe, da pesca profissional e/ou do turismo da pesca esportiva.
Para o desenvolvimento do Município de Santo Antônio de Leverger e do seu comércio só há uma saída: GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA.
Com emprego o cidadão tem dignidade, e condições de dar uma melhoria de qualidade de vida à família, o comercio vende mais, o Poder Publico arreda mais, amplia as obras sociais de interesse comum. E o povo será feliz.
Juércio Antônio Marques – Contador – pós graduado em perícia contábil e pós graduado em gestor público.
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